Existem varios lugares onde você pode adotar um animalzinho, seja ele SRD (sem raça definida), seja ele
um animal de raça. O importante é que eles estão precisando de um novo lar pra esquecer da maldade de
antigo dono de tê-lo abandonado.
O que ele precisa é de muito amor e carinho e de um lugarzinho bem aconchegante onde ele possa viver e brincar!!!
A SUIPA tem em seu site uma galeria em que você pode fazer a adoção on line!!!
Aqui estão alguns deles:
Va la, dê uma olhada, quem sabe você se apaixona por um deles!!!
Atenção:
Somente residentes no estado do Rio de Janeiro
poderão adotar estes animais Se
você mora fora do Rio de Janeiro e
está interessado em adotar um animal, procure saber da existência de Proteção
Animal na sua cidade ou nas cercanias. Os institutos municipais possuem abrigos
onde ficam os animais capturados pelas carrocinhas (elas ainda existem!), que
também podem ser adotados. Caso eles não sejam resgatados, duas alternativas
os aguardam: sacrifício ou envio para testes em laboratórios.
Nos sites eugostodebicho.com.br e sitio dos cães você também encontra uma galeria de adoção. Existem muitos gatinhos e cachorrinhos precisando de um lar por la.
a AVA (Associação Vidanimal de Atibaia, São Paulo) também promove adoções:
No site Protetora de Animais, a protetora prefere que você pode adote um animal sem levá-lo para casa
E so você contribuir com ração ou com uma mensalidade de R$ 10,00 ou mais.
Aqui estão alguns cachorrinhos dela:
Doacões Urgentes:
Cadelinha
vira-lata, +/- 1 ano, parece mestiça de pastor, porte médio,
castrada, vermifugada, vacinada (raiva e V8).
Local: São Paulo
e-mail:
coelho.cris@uol.com.br/
Cristiane
Coelho
Historia:
Mais uma cachorrinha
maltratada e resgatada para um abrigo agora está pronta para um lar que a amem.
Tem o pelo cinza e branco (mesclado), muito macio, é carinhosa e tem porte médio.
Latido forte para os intrusos. Ao ser atropelada, rompeu todos os ligamentos da
patinha e teve fratura exposta. Sofreu muito e morre de medo de sentir dor. Hoje,
está recuperada, corre, brinca e pula, mas a patinha trazeira ficou defeituosa,
porém, para ela, parece não ser problema. Se dá bem com gatos outros cães e
outros tipos de animais, inclusive silvestres. Tem muito boa índole e adora
crianças. Seu nome é Prisma, e esperamos
que traga muita sorte e amor para quem lhe adotar.
Cadelinha vira-lata, de
no máximo 6 meses, preta (corpo) e amarelo (rosto e patas), vermifugada,
vacinada (raiva eV8).
Local:
São Paulo
e-mail:
coelho.cris@uol.com.br/Cristiane
Coelho
Historia:
Também
num abrigo. Foi
espancada na favela, de onde foi resgatada. Muito debilitada também já se
recuperou e esta pronta para nova vida. Super brincalhona e alegre parece
eternamente grata por qualquer carinho. Por ter apanhado demais, ficou com um
pouco de seqüela na perna, mancava demais e agora já está bem melhor. Acreditamos
que seu problema sumirá com o crescimento. Tomou cálcio e vitaminas, agora não
mais necessárias. Gosta de crianças e não morde gatos (embora adore cheirá-los,
pois é curiosa como todo adolescente!) Aguarda dono no abrigo. Seu nome é Poema, e espera para agradar a casa de
quem, a amar.
Gata de mais ou menos
2 ou 3 anos, mestiça de angorá, maravilhosa. Pelo longo, colorido, olhos
amarelos, castrada, vermifugada e vacinada (raiva e V8).
Local:
São Paulo
e-mail:
coelho.cris@uol.com.br/Cristiane
Coelho
Historia:
Gata maravilhosa, foi atirada pela janela de um carro em movimento na av. Eng.Luis Carlos Berrini. Como gato tem 7 vidas, e foi resgatada logo em seguida, não sofreu lesões irreversíveis. Está linda e perfeita para adoção. Não gosta de pássaros e peixes, e é ciumenta com outros gatos, embora não se incomode muito com os cães. Ela é realmente linda e adora ser acariciada. Vem quando é chamada mas não gosta que a peguem no colo. É linda e independente, não dando quase trabalho algum. Ótima para casa e apartamento, pois é muito limpa. Seu nome é Madona e espera por um dono.
"Se eu tenho alguma crença a respeito de imortalidade, esta é de que vários cães que eu conheci irão para o
paraíso e muito, muito poucas pessoas"
James Thurber